18 de agosto de 2010

Split
















Bem,na postagem anterior mencionei que o cd não estava á venda.Pois bem,já está à venda sim.Já escutei,e particularmente curti muito.
Vocês podem encontrar na Hate store( Ou na loja da Soninha,como é mais conhecido - na Galeria do Rock),alguns sites gringos,ou com o próprio pessoal das Bandas- se entrarem em contato,é claro.


















mão-de-ferro

facção oposta



by:eastendkidsaju

7 de agosto de 2010

Skinhead Reggae = Early Reggae






















Antes de qualquer coisa Early Reggae ou Skinhead Reggae quer dizer, em poucas palavras, o Reggae que se fazia originalmente (fins dos anos 60's, início dos 70, do século passado) na Jamaica e posteriormente,na Inglaterra. Artistas como Desmond Dekker, Jimmy Clif, Laurel Aitken, Symarip, Prince Buster, estão entre os mais famosos artistas de Skinhead Reggae. Até mesmo Bob Marley (Hooligans) praticou este estilo musical antes de se tornar conhecido com suas influências rastafarianas- Assunto já abordado numa postagem mais antiga.

Skinhead:

Com o passar do tempo a cultura mod foi se dividindo em dois “sub-estilos” Hard mods e psicodélicos. Os mods mais psicodélicos, cabeludos, eram estudantes de moda que estavam começando a ouvir sons diferentes das origens da cultura mod. E os hard mods que iam ao estádio de futebol fazer arruaça, mais rueiros e briguentos, que a cada dia estavam mais envolvidos com a música jamaicana e que mais tarde ganhariam o apelido de skinheads por cortarem seus cabelos curtos em resposta aos mods psicodélicos e aos hippies que surgiam com seus discursos paz-e-amor.

Essa é a cultura SKINHEAD e não tinha nada a ver com racismo, pelo contrário, eram garotos amantes da música negra e que só apareceram graças a essa música e à cultura mod. Esta e a cultura skinhead ORIGINAL, tudo o que surgiu depois disso é plágio, e plágio mal feito! Nazismo, racismo, fascismo nada disso tem a ver com a cultura skinhead verdadeira.





Early Reggae:

Este som apareceu como evolução do Ska e Rock Steady. O ritmo é mais lento do que o ska. Tem a particularidade de dar destaque ao órgão e às vozes soul. As letras estão dedicadas aos problemas do dia a dia, temas de amor-romance, problemas sociais, etc. O rastafarianismo e as drogas tinham pouca ou nenhuma relevância nessa altura.



As letras eram apreciadas pela juventude inglesa e jamaicana, provenientes principalmente das classes operárias e médias baixas e faziam as delícias dos Skinheads e Rude Boys. Artistas como Desmond Dekker enchiam o estádio de Wembley, onde hordas de skinheads bailavam ao som de hits como 'Shanty Town' e 'Isrealites'. O afastamento de muitos skins, não todos, da cena reggae deu-se quando este estilo musical se afastou das origens e entrou no campo do rastafarianismo. Músicas religiosas, orgulho negro, regresso a África, babilônia, cultura das drogas, rastas em vez de cabelo curto, etc., não agradavam a maioria dos jovens que tinham dado força ao Reggae na Inglaterra.

De qualquer forma dezenas de artistas jamaicanos e ingleses (Judge Dread - Rude Reggae) mantiveram hasteada a bandeira do Skinhead e Early Reggae. O aparecimento do Ska made in England (Two Tone), e a sua expansão para todo o mundo e o aparecimento de centenas de bandas de Ska tradicional, Ska two tone e Skinhead Reggae veio colocar mais uma vez definitivamente estes sons no centro do movimento Skinhead.

Convém saber que uma banda de Skinhead Reaggae não tem de ser composta por skins. Algumas destas bandas eram compostas por skins outras não. O que interessa é a música, as letras e o ritmo.













foto: Symarip band








This is England -filme


















Está aí o dowload do filme "A lagoa azul",no cenario Skin.O filme seria perfeito se ignorarmos o final, e prestasse mais atenção no look,camaradagem,música...enfim,tudo aquilo que nos fortalece e de fato,esta naqueles que são verdadeiros.- Destaque para as sempre belíssimas Skinbyrds!Na sequencia o soundtrack do mesmo.
















parte1


parte2


parte 3



soundtrack


by:eastendkidsaju

Garry Johnson -livro


A exemplo de grandes nomes como: Bushell,Mattoso,Richard Allen,entre outras grandes personalidades,que retrataram uma das subcultura rueira mais antigas e mais realistas de todos os tempos.Com Johnson não foi diferente.
Jornalista,escritor,e na maioria das vezes,grande defensor da subcultura Skinhead,Johnson escreveu alguns materias e editou alguns álbuns no cenário da Oi! music.Abaixo segue um destes artefatos que conta a história da cena Oi! em duas versões: a Inglesa(com fotos e matérias),e a traduzida.Boa leitura.






























dowload


Go cat go

































Material muito bom desta banda Teddy.Segue dowload do cd lançado em 1997

Go Cat Go - Lets Hear It Once Again for

Desmond Dekker



Desmond Adolphus Dacres nasceu num arredor de Kingston, na Jamaica, a 16 de Julho de 1942. Órfão muito cedo, trabalhou como soldador, cantando para os colegas nas horas de pausa, o que os levou a encorajá-lo a fazer audições junto de editores locais. Assim foi, cantando em 1961 perante Coxsone Dodd (Studio One) e Duke Reid (Treasure Isle), nenhum deles particularmente impressionado com a sua performance. Melhor sorte teve nos estúdios da Beverly, quando cantou para Leslie Young, a grande estrela da editora Derrick Morgan presente na sala nesse instante decisivo.
Foi a insistência de Morgan que lhe garantiu o arranque de carreira que, mesmo assim, esperou dois anos, Leslie Young em busca da canção certa para o lançar. A canção, Honour Your Father and Mother, chegou em 1963. Êxito imediato, somando dois outros logo a seguir. Dacres muda de nome para Dekker e, em 1964, grava o decisivo single King Of Ska, com os Maytals, canção que anos depois lhe assentou que nem luva ao receber, de mérito próprio, a designação de rei do ska na imprensa britânica. Pouco depois formaria os Aces, com quem gravaria discos inesquecíveis.


A Inglaterra de finais de 60, em plena euforia Mod acolheu-o como um dos seus quando o seu single 007 (Shanty Town), que assinalava uma mudança de atitude e imagem, ali chegou, subindo ao top 20. Em 1967 visitou Londres e outras cidades inglesas numa primeira digressão, seguida fielmente por legiões de mods, que ali encontravam um novo ícone “pop” a seguir. A sua consagração internacional chegaria meses depois quando The Israelites atingiu o primeiro lugar na Inglaterra. O sucesso de Dekker era visível, abrindo portas das atenções para inúmeros outros jamaicanos, difundindo singles de ska pelo velho e novo mundo.A década de 70 viu-o essencialmente sediado em Inglaterra, editando alguns discos interessantes pela Trojan, mas sem a mesma visibilidade, a nova geração reggae (Bob Marley, Peter Tosh, Horace Andy) somando agora o grosso das atenções.

Todavia, na reta final da década, um surto de interesse pela redescoberta do ska, que surgiu associado às muitas manifestações de descendência da revolução punk, devolveu-o às luzes. Em pleno movimento 2Tone, com os Specials, The Beat, Madness ou The Selecter, Desmond Dekker assinou pela Stiff Records, Desmond Dekker voltou a ganhar notoriedade, os seus discos todavia não refletindo os mesmos resultados conquistados anteriormente.A década de 80 voltou a silenciá-lo, os anos 90 devolvendo-o ao circuito mais vivo dos discos e concertos, sobretudo depois da curiosa experiência de colaboração com os Specials no álbum de 1995 The King Of Kings.

Nos últimos anos tinha mantido regular atividade editorial, e a sua agenda de espetáculos apontava,uma série de concertos na Suiça, Irlanda e Polônia, aos quais se seguiriam atuações na Bélgica, Reino Unido e Alemanha, datas marcadas até meados de Novembro. Sem dúvida,um do maiores ídolos da subcultura Mod/Skinhead.
Desmond Dekker morreu no Surerey (Reino Undio). Tinha 64 anos.


4 de agosto de 2010

NYHC

O chamado NYHC (Hardcore de New York),diferente do Hardcore californiano(com fortes influências de bandas Punk),como: NOFX,PENNY WISE,e por aí vai...tem fortes ligações com a subcultura SKIN.
Diversas bandas,hoje muito conhecidas estão nessa vertente musical,que na minha opinião,parece uma mistura de: Crossover,Skinhead,HC,e uma pitada de "Mano".Segue esta linha bandas como: Cro-mags,Agnostic front, Sick Of It All, Murphy's Law, Warzone,Madball,Biohazard,enfim,uma porrada de bandas.




















Eu particularmente não curto essa vertente sonora (mais pesada)mais tem muita gente que curte.
Segue vídeo abaixo da Agnostic Front,interpretando a musica "Crucify" do Madball.

Dowload




1 de agosto de 2010

Sound Systems


A dezessete de Novembro de 1939, um acontecimento mudaria a maneira de fazer música na ilha da Jamaica. Estamos a falar da aparição da rádio. Tratava-se de uma emissora amadora de onda curta, chamada ZQI. Durante os primeiros anos, as horas de emissão eram muito escassas e os conteúdos em sua maioria,era de informativos e publicitários. Aos poucos abre-se um espaço na ZQI à programação musical, dominada nos primórdios por música clássica européia, música típica americana e, em menor média, músicas jamaicanas. Mas há que ter em conta que esta emissora contava com uns meios muito limitados pelo que a sua influência na sociedade jamaicana foi modesta.
A segunda referência radiofónica encontra-se na RJR (Rádio Jamaica Redifusão). Substitui a ZQI em 1950 e constitui a primeira rádio comercial da ilha. Nos seus conteúdos mais do mesmo: melodias típicas americanas que apenas agradavam à classe média jamaicana e que portanto não correspondia aos gostos da maioria da população jamaicana.
Nesta altura as preferências do povo jamaicano começavam a eclipsar o Mento (música popular jamaicana), pelo excitante ritmo dançável do Rhythm & Blues. Os jamaicanos acederam a esta música, importada dos EUA, através das potentes emissoras situadas em Nashville, Nova Orleans e Miami. Muitos jamaicanos sintonizavam estas emissoras, que provocavam autêntico furor na ilha. Mas enquanto os teenagers brancos dos EUA bailavam desenfreadamente ao ritmo de Fats Domino ou Little Richard, o povo jamaicano virou-se para o Rhythm & Blues mais adulto e mais “negro”. O R&B era uma música mais fácil de entender para os jamaicanos. De facto, não podemos esquecer que os negros do sul dos EUA sofreram, tal como os jamaicanos, a escravatura nas plantações e nos anos cinquenta experimentaram mudanças sociais muito similares, como foi a migração do campo para a cidade.
Um fator extra-musical que entra em jogo como peça fundamental para compreender a aparição do fenômeno Sound System na Jamaica, viria a ser a precária situação econômica da maior parte dos habitantes da ilha. Era praticamente impossível para um jamaicano comum adquirir um estéreo, que podia chegar a constituir 5% do seu salário anual. Nestas circunstância começam a surgir pela Jamaica grandes equipas móveis, destinadas a reproduzir os discos nos bailes, festas, parques e nightclubs. Tratavam-se de autênticos toca-discos comunitários. Corria o ano 1948. Acabava de nascer os Sound Systems.
Isto motiva a aparição de algumas espertas personagens, que aproveitavam as suas viagens aos EUA para trazer consigo algumas das novidades em 78 r.p.m., que logo passavam nos seus incipientes Sound Systems. À medida que avança a década de cinquenta os Sound Systems vão-se aperfeiçoando, ficando mais potentes e tecnicamente mais sofisticados.
Já na segunda metade da década de cinquenta começam a aparecer alto-falantes chamados House of Joy, do tamanho de um armário de roupa. Na sequencia,os chamados disc-jockeys (DJ’s) equipados com material super potente e imensos alto-falantes que transportavam num caminhão, os DJ’s concentravam-se na área central de Kingston (Beat Street), formando uma espécie de pistas de baile primitivas ou dance halls. Localizavam-se em geral nos guetos e consistiam num pedaço de terreno, perto de um bar, onde o promotor comprara a comida e bebida que logo vendia aos que vinham atraídos pela potente música. Dada a frenética atividade destes Sound Systems, em certas ocasiões parecia que toda a ilha estava a dançar. Os DJ’s viajavam comercialmente aos EUA para adquirir as gravações exclusivas com que divertiam os seus seguidores. Outras vezes estas chegavam às suas mãos através de marinheiros norte-americanos que faziam escala no porto de Kingston.
Desde este momento começou uma corrida para ver quem era o melhor DJ’s da ilha, o que congregava em torno do seu equipamento de som um maior número de gente. A rivalidade entre eles era intensa e não muito amistosa, inspirando lealdades nos seus seguidores similares às dos adeptos de equipas de futebol. Servindo álcool e passando êxitos a 78 r.p.m, os DJ’s tornaram-se senhores da guerra e combatiam em autênticas batalhas musicais entre eles. Controlavam os seus territórios submetendo-os a ensurdecedoras baixas frequências que deixavam toda a gente petrificada nas pistas de baile. Às vezes dois ou mais Sound Systems competiam para determinar quem tinha os melhores e mais exclusivos discos. Os DJ’s viajavam a Miami e a Nova Iorque à procura de vinis e, uma vez achados, era frequente arrancarem-lhes todas as etiquetas e apagarem qualquer referência ao selo, ao título ou ao artista. Riscavam mesmo os números de matriz gravados no vinil para estes não poderem ser reconhecidos pelos rivais.
Esta febre dos Sound Systems mostrava a sua face mais agressiva com a aparição de “valentões” e espiões (contratados pelos DJ’s rivais). O seu trabalho consistia basicamente em arranjar conflitos e criar qualquer tipo de distúrbio que ridicularizasse a performance dos DJ´s adversários. Era frequente que estas festas acabassem literalmente aos tiros, sobretudo tendo em conta a habitual presença de sire Duke Reid, DJ’s que costumava chegar com uma coroa dourada na cabeça e um revólver calibre 45. Outros DJ’s destacados da época eram Clement “Coxsone” Dodd (especialmente enfrentando o anterior citado) e Vincent “King” Edwards.
A ilha, como estamos a ver, mantinha uma completa dependência musical dos EUA. A cena musical norte-americana marcava os gostos musicais na Jamaica; a música que triunfava lá tinha logo sucesso na ilha. No final da década de cinquenta, esta situação vai mudar. A música negra americana dá uma volta negativa para o gosto musical dos jamaicanos. O excitante R&B já não estava na moda nos EUA, dando este estilo lugar ao Rock & Roll. Os discos negros norte-americanos suavizavam-se cada vez mais com a intenção de agradar também à audiência branca. O fio condutor dos Sound Systems, que consistia na dança, não o esqueçamos, começava a debilitar-se: as melodias duras escasseavam e o negócio começava a decair. Além disso, o componente de exclusividade que tinham os vinis no início do fenômeno Sound System perdia-se também já que começavam a surgir pessoas que vendiam na Jamaica cópias desses discos de 78 r.p.m.
Esta situação leva a que, se a ilha não recebia os ritmos desejados, eles mesmos, os jamaicanos, os iriam criar. As bases estavam já estabelecidas: Mento (a matriz da música jamaicana) e Rhythm & Blues. Futuras influências como o Jazz, Ya Ya, Calypso ou Pop britânico e norte-americano, fariam com que na década de sessenta surgisse o Ska. Algum tempo depois nasceria o seu filho, o Rocksteady, e o seu neto, o Reggae. Mas isso já é outra história.Na atualidade, a cultura dos Sound Systems continua viva na Jamaica. O clima tropical proporciona aos jamaicanos o estilo de vida ao ar livre e à noite quase todas as brisas transportam o som dos Sound Systems por todos os cantos da ilha. O certo é que a mistura à base de música e grupos numerosos a dançar nas ruas cria uma atmosfera especial, que faz empalidecer a sensação de escutar discos solitariamente em casa. Mesmo as aldeias mais pequenas têm pelo menos dois Sound Systems. Já sabemos que um só Sound System, sem a concorrência de outro, é impensável. Os Sound Systems representaram na Jamaica, em definitivo, a primeira forma de lazer fora de casa. Uma expressão cultural de impressionante valor, surgida numa pequena, mas excitante, ilha do Caribe.


BY: eastendkidsaju e uma fonte desconhecida.

Sham 69 - the adventures of (DVD)

Está aí dowload desta célula-tronco!






















Títulos:
01 What Have We Got/02 Hersham Boys/03 Fourteen Years/04 (No) I Dont Wanna/05 They Dont Understand/06 Tell Us The Truth/07 Ulster Boys/08 Give A Dog A Bone/09 Angels With Dirty Faces/10 No Entry/11 Questions And Answers/12 Poor Cow/13 Money (All Around)/14 Hurry Up Harry/15 Borstal Breakout/16 Tattoo/17 The Kids Are United/18 September The Eleventh/19 Blackpool/20 (Mister) Youre A Better Man Than I/21 Borstal Breakout.

Dowload



Ben Sherman


Você sabia que existia um livro,falando especificamente somente sobre a grande marca Ben Sherman? Não?Pois bem,existe sim.O livro chama-se "Ben Sherman,my favourite shirt".
Desde os anos 60 que Mods, Rude Boys e Skinheads adotaram as camisas Ben Sherman como uma das suas peças de vestuário favoritas.O livro foi escrito por Paulo Hewitt e Terry Rawlings, e conta a história desde os primórdios desta popular marca entre todos nós. Além de possuir grande acervo de fotos e comentários de bandas que faz,e fizeram parte desta marca. Segue:

Ben Sherman - Camisa justa tradicional, de preferência axadrezada, muito fácil de despir, com um botão e uma argola de tecido no colarinho, junto ao pescoço, que permite vesti-la em conjunto com outra peça de vestuário. Juntamente com os pólos Fred Perry, são parte da imagem de marca tradicional skin.